sábado, 29 de agosto de 2015

Reflexões de uma madrugada insone

Há cinco anos atrás, CINCO, eu postava sobre meus sentimentos e anseios e todos se resumiam a um grande amor. Nesses cinco anos eu não encontrei nenhum grande amor, alguns pequenos sabores, mas nada Cazuziano, daqueles exagerados jogado aos pés, tampouco, tranquilo com sabor de fruta mordida, mas alguns suspiros e momentos bonitinhos.
Hoje continuo sozinho, sem um amor (Cazuziano ou pequenos gostares), é muito bem obrigado! Aprendi que enquanto não se consegue ser feliz sozinho, enquanto nossa própria companhia - vulgo solidão - não nos basta, não conseguiremos ser feliz com o outro e muito menos fazê-lo feliz.
Aprendi também que o seu amor pode estar do seu lado, em outra cidade ou país, e que quanto mais se busca, mais o afasta. Tudo tem uma hora e um tempo determinado, porém como diz a música do Teatro Mágico:

"No nosso livro a nossa história é faz de conta ou é faz acontecer..."
E aí? Qual vai ser?

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

2015

São Paulo, 28 de agosto de 2015 (DOIS MIL E QUINZE!) 

        Depois de duas aulas e correrias da manhã eu consegui sentar na mesa, na sala dos professores, para montar meu plano semanal de aula. Espera, plano de aula? Sala dos professores? 2015!?!?
Conversando com uma amiga e olhando o seu blog eu me perguntei se ainda existia algum blog meu. Pesquisei no google e nada até que resolvi abrir o blogger e o encontrei, encontrei minha gaveta, meu espaço tão escondido onde guardava e compartilhava meus sentimentos e medos e desejos e mimimis. 
Li, reli, ri e sorri. Quanta coisa pode acontecer em 5 anos! Nesses 5 anos eu tive dois namorados (que duraram pouco, como sempre), 4 anos e meio trabalhando com resorts (recreação), quilos perdidos e ganhados, sentimentos despertados, correspondidos, ignorados porém vividos, a escolha e o início da faculdade (Sou estudante de Artes) e o encontro de pessoas incríveis e outras nem tanto. 
É engraçado como eu escrevia e como havia uma necessidade de auto-afirmação... Se eu soubesse tudo o que aconteceria, teria evitado muita coisa. 

 Muito prazer, Ricardo Almeida, professor de Artes, 33 anos e solteiro.